Ex-engenheiro da Google prevê quando humanidade será imortal

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Se você já se perguntou quando os humanos alcançariam a imortalidade, um cientista tem resposta aos seus questionamentos.


Foto reprodução 

Por Eveline Mendes Revista Escola Educação Publicado em 14/05/2024 - 13:42

Com o avanço exponencial da tecnologia, é comum pensar na possibilidade de a humanidade um dia ser totalmente imortal. Para um ex-engenheiro da Google, essa possibilidade não é apenas uma especulação, mas uma certeza.


De acordo com Ray Kurzweil, renomado inventor e autor de obras sobre inteligência artificial, nanotecnologia e robótica, a humanidade estará imortalizada a partir de 2030.


Kurzweil, conhecido por suas previsões visionárias, tem um histórico impressionante de acertos, alcançando 86% de precisão em suas 147 previsões, conforme reportado pelo Daily Mail.


Ao longo dos anos, ele tem proclamado que chegaremos à ‘singularidade’ em um futuro próximo. Mas o que significa essa expressão?


A singularidade é um conceito teórico no qual Kurzweil aponta que a inteligência artificial atingirá um estágio em que superará a inteligência humana, transformando drasticamente nossa jornada evolutiva.


O ano da singularidade

O ex-engenheiro compartilha uma visão prospectiva em que a singularidade tecnológica se tornará uma realidade por volta de 2045.


Ele fundamenta sua previsão na assertiva de que a inteligência artificial será capaz de passar em um teste de Turing válido até 2029.


Com isso, ele revela que os campos da genética, da nanotecnologia e da robótica terão evoluído significativamente, culminando no desenvolvimento de métodos inovadores para reverter o processo de envelhecimento.


A proposta inclui a utilização de nanorrobôs, minúsculos dispositivos capazes de percorrer o corpo humano, reparando células danificadas e retardando os efeitos do tempo sobre o organismo.


Essa intervenção promete fortalecer o sistema imunológico, conferindo resistência a doenças, como o câncer.


Embora a data apontada para a singularidade inicialmente tenha sido recebida com ceticismo, ela reflete uma visão que está ganhando cada vez mais credibilidade entre cientistas e especialistas.


O potencial transformador da nanotecnologia na saúde humana é um tema central de discussão e pesquisa na comunidade científica atualmente.


Em 1999, Kurzweil fez uma previsão ousada: ele projetou que até 2023, um notebook de US$ 1.000 teria o mesmo poder computacional e capacidade de armazenamento que um cérebro humano.


Apesar de suas outras previsões, talvez nenhuma seja tão impressionante quanto sua visão da singularidade.


Em seu livro, ele argumentou que as máquinas já estão nos tornando mais inteligentes e que, ao conectá-las ao neocórtex, as pessoas pensarão de forma mais inteligente.


Ao contrário da visão convencional sobre a conexão entre nossos cérebros e máquinas, Kurzweil defende veementemente que os implantes cibernéticos podem nos aprimorar.




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